(...) Pessoas me contam sobre o quanto têm exposto o que sentem e o quanto isso tem lhes rendido mais desafeto, menos estima por si mesmas e frustrações seguidas de frustrações.
Observando tais histórias, notei que, como em tudo o que é sutil e profundo ao mesmo tempo, há um tênue limite a ser observado nesta questão. Ou seja, é preciso amadurecimento e autopercepção para notar a diferença entre ‘demonstrar o que se sente’ e ‘mendigar o amor do outro’ – coisa que nunca defendi e nem pretendo fazê-lo agora; tanto que, numa outra ocasião, escrevi “O outro tem o direito de não gostar de você!”.
Tem muita gente confundindo ‘ser sincero’ com ‘ser inconveniente’; pessoas agindo sem dignidade em nome não de um amor, mas de uma obstinação infantil e neurótica. Quando digo que precisamos começar a admitir mais o que sentimos, não estou dizendo que devemos empurrar esse sentimento ‘goela abaixo’ do outro, nem implorar, esgoelar-se, fazer chantagens ou mendigar afeto.
Se o outro disse ou demonstrou que não quer, que não pode retribuir o amor que sentimos, o mínimo que podemos fazer é respeitá-lo e – sobretudo – tentar manter nossa autoridade moral diante deste ‘não’. Acontece que aí está outro tênue limite: a diferença entre ‘comportar-se de modo digno’ e ‘agir movido por um orgulho despeitado’.
De novo, é preciso maturidade para se dar conta de que chorar, expressar-se emocionalmente, esclarecer desejos e ser honesto com sua própria dor faz parte de uma personalidade íntegra; ao passo que ficar com raiva, se fechar ou demonstrar indiferença e superioridade quando o coração está, na verdade, sangrando, são atitudes que evidenciam um ego exacerbado, uma agressividade enrustida e nada produtiva.
Mas há que se considerar que entre a infantilidade e a maturidade existe um longo caminho a ser percorrido e muitas experiências a serem vivenciadas; isto é, uma vida inteira! E quem de nós nunca se excedeu, nunca insistiu ou nunca se comportou de modo orgulhoso e despeitado diante das armadilhas do coração?
Felizmente, pouquíssimos ou ninguém se reconhecerá tão conveniente, tão adequado e absolutamente oportuno na dança do amor; até porque, estaria sendo pedante, muito certamente.
Sendo assim, mais do que levar tão a sério o “jamais” que coloquei propositadamente no título deste artigo, meu intuito é que eu e você consigamos ser corajosos o bastante para arriscarmos e apostarmos mais uma vez na possibilidade de ser melhor!
Afinal, bom mesmo é descobrir na prática, errando e acertando, o quanto podemos amadurecer, nos tornar mais autênticos e inteiros no exercício de amar!
(por Rosana Braga, adaptado de texto extraído do site www.rosanabraga.com.br)
Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
(Rubem Braga, considerado por muitos o maior cronista brasileiro; texto publicado em 1958, extraído do livro “Ai de ti, Copacabana”)
A Elegância É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo.
E nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece.
É quem presenteia fora das datas festivas.
É quem cumpre o que promete.
É quem não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...
É elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não-arrogante.
É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens.
Abrir a porta para alguém é muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar, é muito elegante.
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma.
Oferecer ajuda é muito elegante.
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social.
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura. [ - Menina Manhosa - ] 2:22 PM
Se ainda não chegou a hora de fazer o que você realmente gosta, então tente gostar do que você faz...
Espero que você esteja de bem com a vida, de bem com a sua rotina, em harmonia interna.Por maiores que sejam as dificuldades a enfrentar neste dia, tenha consciência de que tudo é passageiro. Entenda que às vezes você tem que dedicar o seu tempo pra resolver um problema. Faça isso sem reclamar. Não transfira todo o peso do mundo para seus problemas.
Faça da sua presença uma ação determinada para uma solução. Tenha uma atitude positiva em relação as coisas, inclusive as problemáticas que você, as vezes, é obrigado a enfrentar no seu dia-a-dia. Sejam as dificuldades nas finanças, a difícil tarefa de fazer empatar o dinheiro do salário com todos os dias do mês e manter as contas em dia. Seja resolver aquelas questões familiares, as escolhas dos filhos que nem sempre são as escolhas dos pais, as dificuldades do relacionamento com o marido, ou com a esposa, as dificuldades com o chefe, as dificuldades profissionais, e as vezes ainda pior: ter de lidar com as dificuldades para tratar de alguém muito querido, muito próximo que vive entrevado, que vive em doença e precisa da sua ajuda.
Não faça da sua atitude algo que se transforme num pesar. Se você pode contribuir, se pode fazer, faça com amor, com dedicação. É a partir dessa atitude a partir de uma disposição positiva interna que as coisas podem melhorar.
Não existe coisa pior do que gente que ajuda os outros, e depois fica se lamentando o resto do dia de tudo aquilo que se vê obrigado a fazer. Mas aquelas frases “Você não imagina o que eu passo, o que eu tenho que viver, nem quero falar o que eu estou sofrendo”. Não diga frases como essas. Faça somente o que manda o seu coração e depois, esqueça. Se é a sua vez de fazer, se é a sua missão, se é a sua obrigação,faça sem tornar o seu fazer uma penitência. E mantenha o espírito alegre para que as coisas funcionem de um jeito bom, de um jeito leve. A leveza é uma qualidade. Não gostamos de pessoas que chegam perto da gente com aquela cara amarrada, pesada. Ninguém gosta de ficar perto de alguém pesado que reclama e fala mal de tudo o tempo todo.
Por isso analise-se constantemente e avalie a todo momento, como é que você reage em relação a vida, em relação as circunstância. Bom humor, alegria, disposição são fontes de energia e sabedoria para o dia a dia, considere isso.
Não se desespere porque o dia será do jeito que você fizer.....
O que você vai fazer?
Obrigado por não julgar. Obrigado por escutar sem opinar. Obrigado por estar aí se te necessito. Obrigado por, mesmo que eu faça coisas que não compreendes, estar me esperando do outro lado do vale que agora mesmo nos separa.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK [ - Menina Manhosa - ] 11:26 AM
Sábado, Agosto 16, 2008
Oie,
Tem um tempinho que eu não escrevo aqui, passei por um momento crítico da minha vida, mas melhorei e cresci. Há males na nossa vida que vem para o bem. Bem?? Não sei.....
Por mais que eu tenha tido receio de me envolver, e tenha segurando as coisas até o último momento... acabei capotando hehehe foda =/
Sabe quando nos filmes alguém estende a mão e diz: Vem, confia em mim. Não vou te desapontar! E a mocinha segura a mão do seu salvador e ele finge que vai resgatá-la e de repente, a empurra sem dó ao precipício? – Exatamente assim que eu me senti. Por isso doeu tanto; foi um misto de traição, com desilusão, com mágoa, com ódio... sei lá, eu briguei com o mundo e fiz de tudo pra dar certo, aí enxerguei que tudo foi em vão, e ainda me cravam uma espada nas costas e me amordaçam impiedosamente sem que eu tenha o direito nem de gritar a minha dor, somente sorvê-la até a última gota. Assim que me senti. Não desejo metade da metade de tudo isso pra ninguém.
Respeito a vontade das pessoas, sei da diversidade das emoções e da prioridade dos sentimentos. Mas também sei do respeito que eu mereço. A minha consciência me cobra uma conduta moral a cerca das relações que estabeleço na vida, graças a Deus eu posso deitar e dormir tranqüila quanto a isso. E tudo que não nos respeita e nos faz mal, não é para nós... melhor será manter distância.
Brigar? Admito que eu nunca desejei tanto isso na minha vida, mas argumentar e agredir fisicamente alguém não iria resolver absolutamente nada do que aconteceu, além de não sanar a dor que senti naquele momento. Hoje o que restou? Refletindo sobre meus sentimentos... Nada... o silêncio, vazio, a falta daquilo que nunca foi completamente, que me impele á indiferença.
Indiferença...
A idéia que eu tinha de relacionamento, cumplicidade, atenção, carinho, amor, respeito, desejo, tesão.... de homem... não me satisfez e duvido que isso mude pra mim algum dia.... Mas deixemos de lado o passado e essas idéias que só o tempo poderá confirmar. O mundo dá voltas não é? Vamos viver o hoje que o futuro nos aguarda! ;)
Hoje, estou bem... muito bem, em paz e feliz! Curtindo bastante com os amigos, e seguindo em frente no meu caminho... ;)
"Homens,atenção;não existe Amor possível por uma Mulher Mal Resolvida"
Você conhece alguém mal-resolvido?? Se conhecer, leia este artigo...
Há uma faísca no olhar de quem vê o mundo, um pouco mais longe. Há uma névoa a empalidecer o sorriso de quem vê a vida, um pouco mais além. Para estas pessoas, há um permanente gosto de fel, de melancolia. E surge a cicatriz. Na alma.....
Dois homens, geniais homens, encaixam-se neste modelo; Ernest Hemingway, e Pedro Nava. Muito mais do que o fato de ambos terem sido escritores, referências, cada um no seu estilo, forças literárias, autores de obras sublimes na compreensão e na descrição das emoções humanas, algo mais profundo os une. E sobre isso é que trataremos. Nômades incorrigíveis, donos de espíritos tempestuosos e irrascíveis, principalmente Hemingway. "Buscadores" compulsivos, no entanto, nem mesmo eles sabiam muito bem o que buscavam.
Não pretende este artigo ser biográfico mas, para poder compreender com a devida precisão a frase que abre este artigo, importante deixar claro algo do perfil do seu autor, seus traços-mestres, sua lógica, pois este é o conjunto que explode e cria referências, personalidades, muito maiores do que seu tempo ou seu espaço.
Esta frase é de Hemingway que,
no dizer de Garcia Marques, Nobel de literatura em 82, é o único escritor que pode ser considerado um "cientista da escrita". Combatente na 1ª guerra mundial a qual deu baixa por ferimentos, condecorado por bravura, anarquista, ativista na guerra civil espanhola, jornalista de guerra(inúmeras), correspondente de jornais norte americanos nos Bálcãs e no Oriente Médio, bravo e exímio caçador na África em safáris extremamente bem descritos em alguns dos seus mais belos romances, apaixonado por touradas, pescador, louco pelo mar, vide, "O Velho e o Mar", a sua obra-prima e ganhador, simplesmente, do Prêmio Pulitzer e do Nobel de Literatura. E alcoólatra, e boêmio, homem de muitas mulheres, de muitas paixões. Casado por, quatro vezes. Obs.; e avô de duas lindas mulheres; Margot e Mariel Hemingway.
Então, em face de uma vida, digamos, "tão cheia", preste ainda mais atenção a esta frase. Ela é emblemática, não só sobre o seu autor. Refere-se, e se aplica, a todas as pessoas básicas mas, especialmente, às que possuem características de espírito e de personalidade tais como as de Hemingway. Ela revela toda a, digamos, "conturbação" pela qual passam. Seja Van Gogh, seja Nitszche, seja Arnaldo Jabor(atenção, perceba), e tantos. Ela expõem o código genético da célula-matter, que dá origem a série. Nem Hemingway percebeu mas, nesta sua frase, ele refere-se a si próprio; ele tornou-se uma vítima da sua própria natureza, do seu próprio espírito, da sua própria vida, da sua própria sensibilidade, da sua curiosidade em "descobrir", da sua "descoberta" nua e crua das misérias da natureza humana e no final, talvez por tudo isto, surgiu o "mal resolvimento", que dele tomou conta. É como a criatura que mata o seu criador.
Mas na frase, ele se refere apenas às mulheres. Por que? Dois motivos; para alguns, é muito difícil reconhecer falhas, defeitos, apontar o dedo contra si próprio. E por que era um grande chauvinista, então, muito mais fácil apontar contra as mulheres. Em síntese; quero ampliar, quero abrir o zoom desta frase; ela se encaixa, como luva, a todo o mal resolvido, não importando o sexo, a idade, a beleza, a riqueza, nada, nada... Feita esta correção de rumo, então, o conselho que lhe dou; fuja das pessoas mal resolvidas, não importando a forma como o "mal resolvimento" se apresenta; se por que ele não ama a si próprio, é incapacitado para amar. Ou, o contrário, se é um egocêntrico que não tem espaço para outro que não seja a si próprio, fuja. Se a sua vontade própria é do tamanho de uma avelã, fuja também pois, falamos de um brinquedo de controle-remoto. Se por que vê a vida como uma guerra, se por que luta contra fantasmas... Então, atenção, o mal resolvimento é como um totem e se mostra, por mil faces.
E Pedro Nava,
o "rabugento Nava" que, no dizer de Fernando Sabino foi "Uma catedral numa paisagem de tantas igrejinhas". Na sua mais conhecida poesia, "O Defunto", escreveu; ..meus amigos tenham pena/se não do morto, ao menos/dos dois sapatos do morto!/dos seus incríveis, patéticos sapatos pretos de verniz./Olhem bem estes sapatos, e olhai os vossos também...
Mas, além do fato de terem sido escritores geniais, de terem vivido no mesmo tempo mas em espaços diferentes, de não terem se conhecido, afinal, por que Nava está num artigo que trata de Hemingway? Por que em muitos aspectos, tiveram vidas parecidas, por que na opinião deste articulista barato, tinham espíritos gêmeos. E por que Nava poderia, tranquilamente, ser o autor desta frase de Hemingway. Seria coerente. E Hemingway a emprestaria. Com honras.
Também, juntos no destino, se encontraram no capitulo final das suas historias; ambos, se mataram. E velhos; Hemingway aos 62 anos, com a sua maior arma de caça, e Nava aos 78 anos com uma garrucha, uma velha......,,,,,garrucha....
E.T.; Para o mal resolvido, não existe lugar que seja céu, que lhe traga paz. Exemplo? O próprio Hemingway; viveu grande parte, e o final da sua vida em Cuba, um dos mais lindos lugares deste mundo. Obs.; apesar de Fidel que, na época, era mais um (desconhecido) mal resolvido, por falar nisto. E a casa de Hemingway ficava no mais belo lugar da Ilha. E, bum...!!!
Fonte: http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-14--2184-20060502 [ - Menina Manhosa - ] 1:07 AM
Ah, insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor o seu amor
Um amor tão delicado
Ah, por que você foi tão fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração, quem nunca amou
Não merece ser amado
Vai, meu coração, ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração, pede perdão
Perdão apaixonado
Vai, porque quem não pede perdão
Não é nunca perdoado
Vinícius de Morais [ - Menina Manhosa - ] 12:33 AM
Segunda-feira, 28 de julho de 2008
Soneto do amor total
Amo-te tanto meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te enfim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
Vinícius de Morais [ - Menina Manhosa - ] 12:31 AM
Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá, manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam, e certifique-se de que quando estão juntos aquele abraço vale mais que qualquer palavra...
Ei dor...eu não te escuto mais,
Você, não me leva a nada.
Ei medo...eu não te escuto mais,
Você, não me leva a nada.
E se quiser saber pra onde eu vou,
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou
E se quiser saber pra onde eu vou,
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou
Ei dor...eu não te escuto mais
Você não me leva a nada
Ei medo...eu não te escuto mais
Você não me leva a nada
E se quiser saber pra onde eu vou
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou
É pra lá que eu vou
E se quiser saber pra onde eu vou
Pra onde tenha sol, é pra lá vou
É pra lá que eu vou
Yeah
Caminho do sol baby
Lalalalala
Caminho do sol baby
E se quiser saber pra onde eu vou
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou
E se quiser saber pra onde eu vou
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou
É pra lá que eu vou
E se quiser saber pra onde eu vou
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou
É pra lá que eu vou
E se quiser saber pra onde eu vou
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou
É pra lá que eu vou
E se quiser saber pra onde eu vou
Pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou
É pra lá que eu vou
Lalalalalalala
É pra lá que eu vou
Lalaralara
Onde tenha sol, é pra lá que eu vou [ - Menina Manhosa - ] 12:07 PM
No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso... Já me senti ferida quando perdi o homem por quem me apaixonei... Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém... Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.
Agora eu sei que o amor que você prometeu não foi igual ao que você me deu, era mentira o que você jurou. Mas não faz mal, eu aprendi que não se deve crer em tudo aquilo que alguém nos diz num momento de prazer ou de amor.
Autor desconhecido [ - Menina Manhosa - ] 11:53 AM
Segunda-feira, Julho 21, 2008
Segunda-feira, 21 de julho de 2008
Tá sendo difícil pra mim esses últimos dias
As lembranças não me deixam,
A auto-estima baixa,
Tento me arrumar pra me sentir melhor, coloco a mão no bolso da calça... retiro um coração vermelho escrito do dia da festa junina!
Ligo o rádio, começa a música na qual eu fiz uma apresentação de fotos nossas na qual vc nem deu valor...
Vou para o computador.... últimos visitantes do orkut: você.... aff... =(
Pego o carro, saio para algum lugar... sem querer percorro os caminhos onde me despertam mais e mais lembranças.
Espero que um dia esse inferno acabe!!!! Antes que acabe comigo... =(
Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas:
- 'Seu marido a faz feliz?
Ele a faz feliz de verdade?
' Neste momento, o marido levantou seu pescoço,demonstrando total segurança.
Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.
Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro 'NÃO', - 'Não, o meu marido não me faz feliz'! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).
- 'Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz'. - 'O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim.
Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade.
Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.
Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental.
Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz!
Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz!
Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz!
Sou casada mas era feliz quando estava solteira.
Eu sou feliz por mim mesma.
Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros.
A vida de todos fica muito mais leve.
E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos'.
Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade.
SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém o tenha machucado, magoado, mesmo que alguém não o ame ou não lhe dê o devido valor. [ - Menina Manhosa - ] 11:20 AM